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 NÃO É SOBRE EMAGRECER... Já perdi as constas dos números de dietas, médicos, nutricionistas que passei desde os 20 anos. Cada um com sua abordagem, mas hoje vejo que, eles não olhavam pra mim, pro meu organismo. Fui mais uma na fila de atendimento por anos a fio, mas dei uma sorte danada, quando adquiri diabetes. Encontrei uma nutri-amiga, que me ajudou a olhar pro meu corpo de uma outra forma, e me indicou o melhor Endocrino da minha historia. E foi a partir desse momento que fiz as coisas com mais afinco, afinal eu queria tratar a doença e evitar as sequelas decorrentes dela. Minha vida mudou dia a dia, sem pressa, pq é pra vida, não um momento, e eu fui reaprendendo a olhar para os alimentos. Hoje, aos 50 anos e 6 meses, 20 kilos mais magra do que em Julho de 2020, tenho orgulho de mim, da disciplina que adquiri, da minha força de vontade, do meu poder de mudança. Mudar leva tempo, mas se a sua vontade for maior, nada vai te impedir, porque o TEMPO, ah meus queridos, o TEMPO vai co

DIABETES, LOWCARB E CONSCIÊNCIA CORPORAL

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Olá pessoas lindas! o Texto anterior foi escrito lá no meio do ano passado, quando eu ainda engatinhava nos aprendizados. Com o passar dos dias pandêmicos muitas coisas mudaram, mais que antes. O que deveria ser uma regra, só virou porque entramos em pandemia, e cuidar da saúde virou um habito mais forte do que antes. Seguimos sem tomar vacina, pq não chegou a nossa vez ( pessoas do grupo de risco - por doenças pré-existentes - diabetes) Sim, que apesar da guinada que demos aqui em casa, emagrecendo mais de 30 kilos juntos, nossas glicemias estão otimas, mas somos considerados controlados, não deixamos de ser diabéticos tipo 2. A pandemia teve um lado bom, deixei fluir coisas que sempre gostaria de ter feito, estudado, experimentado. Me considero uma pessoa de vida nova, e em aprendizado constante, e como sempre continuo compartilhando minhas experiências com os que me cercam. Uma das coisas que mais pesaram pra isso acontecer, foi o fato de não saber sobre diabetes, qdo me vi diabétic
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DIABETES E LOW CARB Dia 23 de agosto, fez 2 anos do meu diagnóstico de Diabetes Tipo 2 (DM2), e muita coisa, mas muitaaa mesmo, aconteceu de lá pra cá. Emagreci no começo, voltei a engordar, reaprendi a comer, sim reaprendi. Aprendemos a comer de forma aleatória, mas precisamos ser conscientes e eliminar o efeito manada. Não é porque todo mundo come de um jeito que você também tem que comer. Aprendi a gostar de chá, a não adoçar minhas bebidas, a comer pouco doce, e a evitar os carboidratos simples. Já fazia 4 anos do meu despertar pra consciência alimentar, fui devagarinho, organizando uma coisa de cada vez. Me lembro que pensei, poxa DM2 e faço várias restrições, e se não fizesse? Ganhei um endocrino da vida, maravilhoso, super profissional e competente, humano em suas análises, o que me deu muita força e positivismo pra encarar o desafio de me aventurar  nesse novo mundo, o diabético.  Atividade fisica, fui trocando até achar uma que eu realmente goste ( escolhi o jump ), faço em ca

UMA GANGORRA CHAMADA DIABETES

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Nesse exato momento estou a pensar sobre a Gangorra do Diabetes. Nunca antes, eu pensara nisso, pode ser porque nunca tenha vivido isso. Hoje o diabetes faz parte do meu dia, assim como seus altos e baixos. Fácil? Mão é, mas com o tempo você se acostuma e tira de letra. Tenho muito orgulho depois de 1 ano e 4 meses, em dizer que sou diabética tipo 2, controlada com exercícios e alimentação. Já tomei medicação? Já, para acostumar ao novo ritmo de vida, e depois foi retirado aos poucos pelo meu endócrino. Ter diabetes não te torna incapaz de fazer nada. Lembro quando ouvi uma pessoa me dizer que tinha dó de mim, porque eu furava meu dedo.Respondi que eu tira muito orgulho de poder furar meu dedo, porque isso era sinal que eu descobri a tempo de tratar, e levar uma vida mais saudável. Sinceramente eu acho isso, imaginem quantas pessoas descobrem e resolvem tratar depois de uma amputação, depois de um avc, ou depois de tantas outras sequelas que a diabetes pode causar. Eu digo

ENTÃO FOI NATAL!!!

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Então foi Natal, e o que você fez? Não só no Natal, mas qualquer data festiva me faz pensar em quanto eu mudei. Conta minha mãe que eu comprava 2 caixas de bombom de 400 g, uma pras pessoas da casa e uma pra mim, e ai de quem quisesse um dos meus.É triste, mas isso já era um sinal de diabetes, a compulsão por doces.  Mais comum do que paramos pra analisar, 90 % dos brasileiros foi condicionado à alegria dos doces: se está feliz, fazemos um brigadeiro, se está triste também. A modificação depois dos anos 80, na alimentação do brasileiro, assim como o sedentarismo, por conta do fácil acesso aos vários veículos de transporte, mudou radicalmente as fotografias das famílias. Na década de 70 raros eram os casos de obesos ou gordinhos nas fotos, hoje somos maioria nas fotos. O problema não está em ser gordinho, mas em não ser saudável, ser magro também não é sinal de saúde. Problema realmente não está no que você come durantes os eventos, mas sim no que você come o ano todo, c

DIABETES TIPO EU TENHO!

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Oi Pessoal, tudo bem por ai? Hoje foi um dia muito especial nessa minha doce vida. Iniciamos por ontem a noite, que depois de lanchinho da tarde (iogurte com frutas secas e castanhas) + academia e lanchinho da noite(janta), minha glicemia estava a 79. Hoje foi dia de visitar meu endocrino, porque não lembro se eu comentei aqui, quem descobriu meu estado diabético foi minha ginecologista. Fiquei ansiosa, confesso, e o histórico com endocrinos era tão massante que não fui muito animada, até pensei em desistir. Mas fui.  A consulta foi de quase 2 horas por ser a primeira vez, e ao final eu sai tão feliz, mas tão feliz, agradecida e orgulhosa de mim, que só Deus sabe, rs. Fiz muitas escolhas nos últimos 2 meses, e confesso (de novo) que eu não acreditava que seria capaz de dar essa volta por cima. Pense num dia maravilhoso, de se ficar com o coração feliz, foi hoje. Ao final da minha consulta, meu novo amigo e parceiro de viagem, me deu parabéns e falou você fez tudo

APRENDENDO A CONVIVER COM A DIABETES

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Depois da minha ultima postagem aqui, perdi um grande amigo no dia 28 de setembro. Foi mais um choque do meu período, acho que do meu ano.Nossa vida é um fio frágil suspenso no Universo, por vezes fica bambo, por vezes fica tenso, e por vezes se rompe, e vamos pra um outro plano, que é um verdadeiro mistério até o dia de hoje. Ninguém sabe se existe o lado de lá, ou se o lado de lá é esse aqui. O que sei e aprendi nesses 60 dias conscientes de convivência com a diabetes, é que precisamos nos observar o tempo todo. Nosso corpo emite sinais, e se o observamos, vamos sentir, e verificar o que acontece. Entrei nesse estágio de convivência com a Diabetes, por puro comodismo. Nunca tive problemas com meu peso extra, nem tão pouco imaginei que ovários policísticos podem ser um alerta, assim como a gordura abdominal para diabetes. Consciente da minha eterna convivência com a Bete, respeito, mas mostro quem manda. Mudei minha alimentação, voltei a prática de exercícios, e tenho uma rotin